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Sobre nós

O Urban Echoes é um projeto criado por Sara Silva, David Silva e Filipe Lopes, unidos pela vontade de reinventar a forma como a arte é vivida na cidade. Através da música, da criação contemporânea e da valorização do património, desenvolvem experiências culturais inovadoras que promovem o encontro entre artistas, públicos e território.

Sara Silva assume a direção artística e a produção do festival, impulsionando o diálogo entre diferentes linguagens artísticas. David Silva coordena a estratégia e a gestão do projeto, garantindo a concretização da sua visão e crescimento. Filipe Lopes é responsável pela identidade criativa, comunicação e desenvolvimento digital, dando forma à imagem

e presença do festival.

O Urban Echoes nasce da colaboração, da inovação e do compromisso com a excelência artística. Mais do que um festival, é uma plataforma de diálogo entre artistas, públicos e território. Cada edição procura deixar um impacto duradouro na comunidade e na cidade.

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Sara Silva
Direção Artística
 

Sara Silva é violinista e artista multidisciplinar. Iniciou os seus estudos musicais na Academia de Paços Brandão e formou-se profissionalmente na Escola Profissional de Música de Espinho. Mestrada em performance na Musik Akademie der Stadt Basel, na Suíça, na classe do professor Rainer Schmidt e em ensino na ESMAE.

A sua carreira inclui passagens por formações nacionais e internacionais de referência, como a Malaysian Philharmonic Orchestra, a Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Filarmónica Portuguesa, a International Mahler Orchestra e a Staatsorchester Kassel, tendo trabalhado sob a direção de maestros como Pedro Carneiro, Peter Stark, Françoix-Xavier Roth e Jonathan Nott entre outras.

O seu percurso artístico expande-se para a criação multidisciplinar com o projeto colaborativo com Play Bleu a obra “4’33” foi selecionada para integrar a programação do centenário de José Saramago. Como artista visual, apresentou a instalação “we are too close to be so far away” na Galeria Geraldes da Silva e o último projeto “Memórias de um corpo” foi selecionado para o festival "entre-curtas".

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David Dias da Silva
Coordenador Executivo
 

David Dias da Silva é um clarinetista português-canadiano. Formou-se em Portugal (ESMAE) e aperfeiçoou-se na Academia de Basileia e na Universidade McGill (Montreal).

Vencedor de destacados concursos internacionais, como o Prix d’Europe e o Canadian Music Competition (2016), acumula ainda mais de vinte prémios.

A sua carreira orquestral inclui passagens pela Sinfonieorchester Basel e pela Malaysian Philharmonic Orchestra. Atua regularmente como freelancer com orquestras de referência como a Orchestre Symphonique de Montréal, a Toronto Symphony Orchestra e a Orquestra Gulbenkian.

Como solista, já se apresentou com orquestras no Canadá e na Suíça. É membro da Orquestra de Câmara Portuguesa desde 2009, artista da Jeunesses Musicales Canada e foi distinguido como cidadão de mérito de Viana do Castelo em 2022.

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Filipe Lopes
Design/Comunicação
 

Filipe Lopes (Play Bleu) é um designer gráfico, fotógrafo e artista visual que utiliza diferentes técnicas de expressão como design, fotografia, vídeo, som e escrita. O seu trabalho baseia-se numa investigação que reúne natureza, cultura tradicional e tecnologia.

Criou com coreógrafos como Maria Villasmil, Valentina Parravicini, Peter Dietz, Romulus Neagu, Paulo Henrique, Carlota Lagido, Jody Oberfelder, Carlos Zingaro, João Foldenfjord e Rui Dias.

Foi convidado pela Fundação Calouste Gulbenkian, Instituto Camões e Casa de Portugal a participar numa parceria com Paulo Henrique em Paris, tendo vencido o prémio Criatividade/Partilha no festival Fast Forward. Em 2020, foi selecionado para o Festival de Almada com o projeto “Don’t Look” e, em 2021 para o festival MIVSQ em São Paulo.

Em 2016, juntou-se ao projeto Rui(n)do com a coreógrafa Valentina Parravicini e o músico Fernando Ramalho, apresentado no espaço Kanart (Lisboa), em São Paulo e em Itália, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.

Participou com Peter Dietz numa residência artística em Castelo Branco, culminando na exposição “Green Man”. Este projeto deu origem a uma performance de dança no festival Pedras ’17. Em 2017, criou um projeto, OFFTRACK, com o artista Rui Dias, apresentado no evento Gnration Ocupa 2. Na Casa de Portugal Paris, apresentou com Bruno Azevedo uma performance de música e vídeo.

Em 2022, ganhou o prémio no festival Actum — com o projeto “4’33”.

Equipa 

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Guilherme Barata
Videógrafo 

Guilherme Barata (Gui Martines) transforma ideias em histórias visuais impactantes, combinando o seu talento como videógrafo e editor de vídeo com uma forte capacidade de liderança no universo dos e-sports. Apaixonado pela criação de conteúdos digitais, desenvolve projetos que unem criatividade, estratégia e inovação. A sua experiência na gestão e coordenação de equipas permite-lhe impulsionar ambientes colaborativos e de alto desempenho. Com uma visão orientada para resultados e crescimento sustentável, contribui para fortalecer marcas, elevar projetos e expandir comunidades competitivas. Entre câmaras, edições e desafios estratégicos, destaca-se pela capacidade de transformar objetivos em conquistas concretas.

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Gabriel Panício 
Videógrafo

Gabriel Panício, 20 anos, é editor de vídeo e apaixonado por transformar ideias em histórias visuais marcantes. Com experiência em captação de imagem e pós-produção, procura criar conteúdos que combinem qualidade, criatividade e emoção. A sua dedicação ao detalhe e vontade constante de evoluir permitem-lhe enfrentar cada projeto como uma nova oportunidade de aprender e inovar. Para além do audiovisual, encontra na música uma das suas maiores fontes de inspiração, influenciando o seu olhar criativo. Entre imagens, sons e narrativas, procura dar vida a conteúdos que deixem impacto e transmitam autenticidade.

Leonor Lopes atualmente, frequenta o último ano da licenciatura em Direito na Universidade do Minho, conciliando a sua formação académica com uma forte paixão pelas artes visuais. Os seus projetos exploram a relação entre pessoas, histórias e experiências do quotidiano. Através de uma abordagem criativa e documental, procura captar perspetivas autênticas e momentos espontâneos. Tem especial interesse por formatos audiovisuais contemporâneos e narrativas visuais. O seu trabalho valoriza a observação, a empatia e a ligação humana, utilizando a imagem como forma de aproximar pessoas e despertar reflexão.

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Leonor Lopes
Fotografia / Produção

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João Lopes é um estudante interessado nas áreas da cultura, comunicação e multimédia. Tem desenvolvido diversos projetos criativos que combinam investigação, design e produção audiovisual. O seu trabalho procura sensibilizar o público para temas atuais através de abordagens visuais e narrativas inovadoras. Demonstra especial interesse pela relação entre arte, sociedade e sustentabilidade. Participa ativamente em iniciativas académicas e culturais, valorizando a aprendizagem contínua. Através dos seus projetos, pretende promover reflexão, conhecimento e impacto positivo na comunidade.

João Lopes
Produção / Drone

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Inês Torres é uma artista multidisciplinar que desenvolve o seu trabalho entre a performance, a criação e a produção musical. Violoncelista de formação, é também cantora, compositora e produtora, integrando diferentes linguagens artísticas no seu percurso. Licenciada em Violoncelo pela Escola Superior de Música de Lisboa, encontra-se atualmente a concluir o Mestrado em Ensino de Música na ESART. Ao longo da sua formação, participou em diversas masterclasses e seminários com músicos de referência nacionais e internacionais. Paralelamente, tem desenvolvido projetos que cruzam música, dança, teatro e artes visuais, explorando formatos inovadores de apresentação artística. A sua voz surge frequentemente como uma extensão natural do discurso instrumental. Na área da composição, cria obras a solo e em colaboração com outros artistas, combinando escrita e improvisação. Mais recentemente, tem aprofundado o interesse pela produção musical e pela gestão de projetos culturais. O seu trabalho reflete uma forte aposta na interdisciplinaridade e na inovação artística. Dedica-se à criação de projetos independentes, desde a conceção até à concretização. Procura estabelecer pontes entre a criação artística, a comunidade e a sustentabilidade dos projetos culturais.

Inês Torres
Produção

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Maria João Antunes é violista, professora e produtora cultural, natural do Porto e residente no Reino Unido. Formou-se na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e concluiu o Mestrado em Performance no Royal Birmingham Conservatoire. Desenvolve uma carreira internacional como intérprete, colaborando com orquestras e ensembles de referência. É membro fundadora do Ethel String Quartet e integra diversos projetos de música de câmara. Participou em gravações e apresentações internacionais, incluindo projetos divulgados pela BBC Radio 3. Paralelamente à atividade artística, exerce funções como professora de viola na University of Birmingham. Tem desenvolvido projetos educativos e de intervenção artística em contextos nacionais e internacionais. Na área da produção cultural, assumiu responsabilidades na programação, coordenação e gestão de projetos artísticos. O seu percurso destaca-se pela ligação entre performance, ensino e gestão cultural. Atualmente continua a promover iniciativas que unem criação artística, educação e comunidade.

Maria Antunes
Assistente de Produção

Produção técnica

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Gustavo Gomes é estudante de Design Gráfico na Escola Profissional de Braga, com interesse nas áreas da comunicação visual, música, fotografia, vídeo e criação digital. Desenvolve trabalho criativo ligado à identidade visual, cultura urbana e expressão artística, procurando sempre explorar novas formas de comunicar ideias através da imagem, do som e da estética.

Enquanto membro da equipa do Urban Echoes Festival, contribui com uma visão jovem, criativa e atenta ao detalhe, valorizando o trabalho colaborativo e a ligação entre arte, cidade e comunidade. A sua participação reflete a vontade de aprender, evoluir e fazer parte de projetos culturais que promovem novas experiências e aproximam o público da criação contemporânea.

Gustavo Gomes
Produção

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ama.fai.falta

A Produção de espectáculos inovadores e Performances originais foi sempre um desafio e uma meta para todos os projectos com que trabalhamos, desde 2008 que o fazemos. Com o aumentar exponencial da qualidade artística de todos os nossos projectos surgiu a necessidade de tornar o Agenciamento e a Produção de uma forma que fizesse jus à sua grandeza.

Surge assim em 2017, AMA.FAI.FALTA, Produções, pela necessidade de agregar numa só entidade todas as parcerias que desenvolvemos fora de Chaves, entre programação, Produção, Coprodução (Barcelos; Santa Maria-Açores; Braga; Penafiel; Casino Sol Verde; Montalegre; etc.) e a representação de grupos externos a Chaves (Lendário Homem do Trigo; Ronda da Madrugada; Zach Noir e Fanfarra Kaustika, etc.) onde houve, através desta empresa, um investimento em estratégia de imagem, comunicação, em Material de Som e Luz e meios técnicos.

ama.fai.falta
Produção técnica

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